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TRABALHADORES DEBATEM PROPOSTAS PARA CONGRESSOS DA CUT

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O SINDIPOLO esteve representado no sábado (31), na plenária regional metropolitana da Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS). O encontro foi no auditório da entidade e teve como objetivo a construção de propostas para o 13º Congresso Nacional da CUT (CONCUT), que acontecerá de 7 a 10 de outubro, na Praia Grande (SP) e para o 15º Congresso Estadual da CUT (CECUT-RS), que ocorrerá em 22 e 23 de novembro, no Salão Cibai-Migrações, ao lado da igreja da Pompéia, em Porto Alegre.

Participaram da atividade delegados eleitos aos congressos e dirigentes da CUT-RS de vários sindicatos e federações. Além dos petroquímicos, estiveram presentes representações de categorias como metalúrgicos, professores, bancários, servidores públicos e de fundações, petroleiros e trabalhadores da saúde, dentre outras. Este ano, frente a conjuntura de ataques aos direitos dos trabalhadores, o congresso nacional acontecerá antes do estadual.

Combater a

destruição do Brasil

Durante as falas, foi lembrado o primeiro congresso de trabalhadores, realizado no final da ditadura militar, em 28 de agosto de 1983, em São Bernardo do Campo (SP), quando a CUT foi fundada. Também foi destacada que assim como a luta contra o regime militar, hoje é preciso  lutar contra a destruição do Brasil.

QUE CUT QUEREMOS

Segundo os participantes do encontro, o grande desafio dos congressos nacional e estadual é definir o papel da CUT e que modelo de central serve aos trabalhadores, não só frente as questões políticas e as mudanças impostas pelo governo Temer e o atual governo, mas também frente as alterações no mundo do trabalho e as inovações tecnológicas.

Sindicatos fortes

Na plenária os participantes também aprofundaram os debates e analisaram o texto de subsídio da CUT-RS, que propõe temas como: a organização a partir do local de trabalho; a construção de um sindicato que representa a classe em todas as suas dimensões de trabalho; a defesa de um sindicalismo conectado com as lutas do cotidiano das cidades, dos bairros e dos locais de moradia; a organização de centros de referência sindical para integrar a gestão do patrimônio; a criação de uma consciência crítica para politizar a classe trabalhadora; e a sustentação financeira das entidades.

Também é destacada a necessidade de enfrentamento na comunicação; a formação de lideranças e quadros políticos para acelerar as mudanças rumo a um sindicato educador; e o debate acerca da participação nas eleições.

Também foram debatidos os três grandes desafios apresentados pela CUT: Quem vamos representar? Como vamos nos organizar? Como vamos garantir a sustentação financeira das entidades sindicais?

 

Calendário de lutas

 

Entre as atividades definidas pelos trabalhadores no encontro estão:

3 de setembro – Diálogo com senadores contra à reforma da Previdência, no Congresso Nacional;

4 de setembro- Ato e seminário pela soberania nacional e popular, na Câmara dos Deputados;

– Audiência pública, às 9h30, sobre os ataques de Bolsonaro às Normas Regulamentadoras (NRs), no Plenarinho da Assembleia Legislativa

– Lançamento, às 19h, do Fórum Petrobras para todos, no SindBancários.

7 de setembro – 25º Grito dos Excluídos, às 14h, na Vila Santo Operário em Canoas.




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