TERRORISMO MORAL NA BRASKEM

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Os trabalhadores não se enganam. Sabem que muitos gestores/inquisitores  seguem cegamente os ditames da TEO (Tecnologia de Extermínio Odebrecht). Estes inquisitores não tem o menor constrangimento  em inquirir os trabalhadores sobre  “de que lado estão”, como se não tivessem o direito a livre manifestação por melhores salários e condições de trabalho.

O ASSEDIO MORAL  institucional praticado por parte das chefias nos últimos dias, mostra o clima organizacional que a  Odebrecht quer implantar nas suas unidades. São humilhações e ameaças de punição e demissão, e  adjetivos ofensivos aplicados por parte dos “ líderes”.

São indivíduos que se sujeitam a um rebaixado  nível nas relações humanas. Não têm preparo, nem  condições de coordenar equipes de trabalho em locais de alto risco como uma petroquímica.

Estão cometendo um verdadeiro TERRORISMO MENTAL contra os traba-lhadores. O resultado das atitudes destes indivíduos é aumento da revolta e da indignação na categoria.

Não é à toa que os trabalhadores  fogem da perversidade da gestão da Braskem, antecipando aposentadoria ou vão para outras empresas.

Gestão doentia

A gestão da Braskem é doentia e provoca um grande mal à saúde física e mental  dos trabalhadores.Esta gestão truculenta e perversa, como o Sindicato denuncia desde o início do  processo de domínio do Polo pela Braskem, está no DNA da “conhecida” Odebrecht. Muitos gestores têm a cara de pau de dizer que o melhor produto da empresa são os seus “integrantes”. Querem enganar a quem? A si mesmo ou aos trabalhadores?

 

Motivos de sobra para revolta e indignação

Os trabalhadores da Braskem têm motivos de sobra para revolta e indignação. A empresa, através de parte dos “líderes”, os trata como se fossem um bando de “débeis mentais”, que não raciocinam, não têm discernimento e nem vontade própria. Como se fossem obrigados a se sujeitarem e submeterem às perversidades da empresa.

Estas atitudes ajudam a empurrar a categoria para as paralisações. É a forma que ela tem de manifestar toda a revolta e indignação provocada pelo desrespeito com que são tratados pela empresa e parte das lideranças.

Motivos de sobra

Fim do plano Petros, não pagamento de horas extras, acúmulo de trabalho, e de horas extras, sérios problemas no plano de saúde,  picaretagem e enganação na PLR, negociação de 2010 em aberto, não pagamento de prêmio de parada, salários prometidos aos novos e não cumprido, acidentes e incidentes escondidos e não registrados, obrigatoriedade de trabalharem acidentados, imposição da lógica do individualismo, ambiente de “deduragem” e espionagem, muitas vezes entre colegas. Isto só para citar alguns dos principais motivos que levam à revolta e a indignação.

As pressões e ameaças que estão sendo feitas sobre a categoria tendem a agravar ainda mais a revolta.

Sem medo

Os trabalhadores não se amedrontam com intimidações e ameaças. Vão continuar lutando por tudo o que acham justo e correto. Entendem que isto é não só um direito, mas uma obrigação




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