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SINDIPOLO PRESENTE EM CONGRESSOS DOS TRABALHADORES

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O SINDIPOLO participou, na semana passada, de dois importantes encontros que debateram o atual momento político brasileiro e as agendas dos trabalhadores

VII CONGRESSO DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO RAMO QUÍMICO – Realizado de 12 a 14/7, em SP, debateu fundamentalmente formas de organização e resistência aos ataques promovidos pelo governo Temer aos direitos trabalhistas, civis e humanos. O evento, que também marcou os 25 anos da CNQ-CUT e elegeu a nova diretoria da Confederação para o período 2017-2021, teve a participação de 238 delegados de 45 sindicatos do ramo de todo o país, além de 30 representantes de entidades internacionais. O SINDIPOLO integra a suplência da nova direção Executiva. Durante o encontro foi destacado que as mudanças ocorrem não somente no Brasil, mas se trata de um projeto mundial, daí a necessidade de os trabalhadores se articularem cada vez mais para resistir as mudanças nas legislações trabalhistas e o barateamento da mão de obra. Na programação foi também estabelecido o Plano de lutas da CNQ para o próximo período.

15ª PLENÁRIA ESTADUAL/CON­GRESSO EXTRAOR­DINÁRIO DA CUT­-RS – O SINDIPOLO também esteve pre­sente no encontro promovido pela CUT­-RS que ocorreu dias 14 e 15 de julho, em Porto Alegre. O en­contro debateu a situação política e econômica do País que, segundo os painelistas, vive a maior recessão da sua história. As falas deixaram claro que os ataques não são apenas contra os trabalhadores, mas também contra às mulheres, jovens e lutadores sociais, assim como destacaram a necessidade da organização sindical atuar em vários campos. Por unanimi­dade, a 15ª Plenária Estadual aprovou a resolução “Eleição sem Lula é fraude”, que denuncia a condenação sem provas do ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro. Para os 223 delega­dos e delegadas que participaram do evento, a sentença “é uma tentativa de impedir Lula de concorrer e se concretizar um novo governo, que abra o caminho com a devolução dos direitos trabalhistas roubados, a retomada para a nação do controle das suas riquezas entregues às multinacionais, como o Pré-Sal, e colocar abaixo a famigerada PEC do teto dos gas­tos, que começa a colapsar os serviços públicos”.