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REUNIÃO PARA TRATAR DO ACORDO DE PARADA

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Na segunda, 20, pedimos à Braskem reunião para tratar do Acordo de Parada de Manutenção para os trabalhadores diretos. Neste, além de informações sobre os trabalhos a serem executados e trabalhadores envolvidos, vamos tratar de um  Acordo que contemple itens como jornada de trabalho, valor das HE, alimentação, transporte, condições de trabalho e segurança, prêmio de parada, entre outras questões.

Os serviços de pré-parada já estão em andamento, inclusive com a execução de várias atividades e fabricações e preparações de equipamentos, tubulações e outros que serão montados quando iniciar a parada.

Aumento do risco de acidentes

Este ano, faz 30 anos da primeira parada de manutenção na Copesul, hoje Braskem/UNIB. Quem já participou de parada de manutenção sabe do grande volume de serviço, da alteração nas condições de trabalho, da atenção e cuidados que se deve ter em relação a segurança. Há uma tendência de que, em determinado momento das paradas, por questões de eventuais atrasos no andamento dos serviços e volume de trabalho, seja desencadeada uma “correria” e feita uma pressão muito grande sobre os trabalhadores, muitas vezes deixando em segundo plano questões de segurança.

O ambiente de parada, com centenas e até milhares de trabalhadores diretos e indiretos, além do grande volume e da criticidade de muitas tarefas, aumenta o risco de  acidentes. Por isso, com boa antecedência, temos que tratar com as empresas, neste caso com a Braskem, muitas questões para impedir ou ao menos minimizar os riscos de acidentes e exposição dos trabalhadores a contaminação e garantir uma condição segura de trabalho.




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