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REUNIÃO COM A VIDEOLAR-INNOVA

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Desde que a Innova foi assumida pela Videolar, uma série de questões têm angus­tiado e preocupado os traba­lhadores. Inclusive algumas questões em que no primei­ro encontro com a direção da empresa logo que a Videolar assumiu foram assegurados que não haveriam mudanças.

Para tratar estas ques­tões, tivemos uma reunião com a Videolar-Innova na se­mana passada. O que trata­mos está no box ao lado.

Além destas e outras questões um ponto que foi bastante debatido, o que inclusive é o que mais inco­moda os trabalhadores de turno, é o job rotation. Neste caso, o pessoal além de ter que atender a área operacio­nal em que atuam, têm que atender outras áreas.

Para aprofundar mais o que foi tratado no encontro do dia 17, e também para a empresa apresentar de for­ma mais detalhada algumas modificações e os objetivos, ficou indicativo de uma outra reunião na próxima terça-fei­ra, dia 28 de junho.

 

PRINCIPAIS TEMAS TRATADOS

– a resposta da empresa à correspondência do Sindicato que diz respeito ao pagamento das médias de horas extras no 13º salário e mudança da data de pagamento;

– efetivo de turno com redução da supervisão e acúmulo de trabalho com a necessidade de deslocamento do pessoal de carregamento e ensaque nas situações de emergência;

– fim do plano de cargos e salários;

– aumento do valor da participação do trabalhador na assis­tência médica (UNIMED), neste caso inclusive a maior partici­pação do pessoal de turno, pois neste caso, sua participação é sobre o adicional de 88,5%, o que não é justo, pois a diferença dos 88,5% para os 30% de adicional dos demais trabalhadores é em função do trabalho em turno ser uma condição distinta;

– a passagem de turno feita na corrida, como dizem os trabalhadores passagem de turno ‘virtual”, na tentativa de garantir que ela ocorra dentro de , no máximo, cinco minutos, tanto no início quanto no final da jornada e, neste caso, também, a exposição dos turneiros da Videolar-Innova frente aos das demais empre­sas, esperando no transbordo para atender a exigência da em­presa de chegar na Portaria, assim como sair, no máximo nos cinco minutos que antecedem e sucedem a jornada. Neste caso, a posição do Sindicato foi de que o trabalho numa petroquímica, pelas suas condições, exige uma atenção maior na passagem de turno e o turneiro não tem como passar todas as informações no curto espaço de tempo de 5 minutos. Citamos, inclusive, o fato de a Braskem, por exemplo, já ter reconhecido que este tempo não é suficiente, tanto que no acordo de extraturno hoje é consi­derado 18 minutos diários de passagem de turno.