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REUNIÃO COM A VIDEOLAR-INNOVA TRATOU DE EFETIVO MÍNIMO E TROCA DE TURNO

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No dia 29/6 o Sindipolo esteve reunido com a Video­lar-Innova para tratar de diver­sos assuntos. Porém somente foi possível tratar do Efetivo Mínimo e da Troca de Turno.

Com relação ao Efetivo, a empresa adotou critérios e pa­râmetros que o Sindipolo não concorda e deixou claro sua posição contrária a este mode­lo de gestão, que tem causado acúmulo de serviços, um forte nível de estresse, que pode le­var a acidentes, especialmen­te frente ao alto grau de risco operacional da empresa.

Quanto ao Operador Job Rotation a empresa reconhe­ce que não foi muito feliz em adotar esta nomenclatura. O Sindipolo disse que não im­porta a nomenclatura que se dê a este Operador. O proble­ma é que não se justifica esta função, devido ao baixo efeti­vo para manter a segurança operacional, bem como para suprir a falta de treinamento. Além disso, esta “função” de­pende, pelo menos, de uma política de ascensão profissio­nal horizontal que valorize os trabalhadores. Esta também não existe mais na Videolar­-Innova e será tratada na pró­xima reunião no assunto es­pecífico de Cargos e Salários.

Quanto ao ponto de tro­ca de turno o Sindipolo dei­xou claro que não concorda com a forma e tempo que é feita a troca do turno. Além disso, não dá para admitir a cobrança que é feita sobre os turneiros quanto ao tempo de passagem de turno.

Na próxima reunião, com indicativo do dia 8 julho, o Sin­dipolo tratará com a Empresa diversos outros pontos que incomodam os trabalhadores como por exemplo: Plano de Cargos e Salários, aumento do Plano de Saúde, mudan­ça no Refeitório, mudança no Plano Dentário, entre outros.

Em relação as demissões que ocorreram, a posição da empresa é de que também foram feitas contratações nesse período.

Para o Sindicato este mo­delo de demitir e contratar é exclusivamente usado para empresas que têm como ob­jetivo reduzir os salários.

Nossa expectativa nessas reuniões com a empresa é le­var o debate dos problemas identificados pelos trabalha­dores e encaminhados ao Sindicato à exaustão, até que sejam resolvidos. Por mais que a empresa tente passar a ideia de que está tudo bem, o “desconforto” é até indig­nação dos trabalhadores se comprova pelas demandas que chegam ao Sindicato.