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REDE DE TRABALHADORES BRASKEM

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O SINDIPOLO participou, de 17 a 19 de novembro em SP,  do seminário “Redes Sindicais e os desafios para a construção de um sindicalismo global” que faz parte das atividades do projeto “Promoção de Direitos Trabalhistas na América Latina” e conta com as Redes Sindicais de Trabalhadores em empresas dos ramos químico e metalúrgico.

O evento foi organizado pela CUT; Instituto Observatório Social (IOS); Confede-ração Nacional do Ramo Químico (CNQ/CUT), Confederação Nacional dos Meta-lúrgicos da CUT (CNM/CUT) com apoio do DGB Bildungswerk, centro de formação da DGB, maior central sindical alemã.

O objetivo do seminário foi fortalecer o encontro de redes sindicais de trabalha-dores em multinacionais alemãs e brasileiras pois, embora o diálogo social esteja bem mais próximo do dia a dia nas redes, nem todas são reconhecidas pelas empresas.

Participaram da atividade cerca de 100 trabalhadores de empresas multinacionais do ramo metalúrgico (Thyssen-krupp, Weg, Leoni, Vallourec e Stihl) e do ramo químico (Knauf, Braskem, Linde, CBC, Leoni, Shott e Henkel), além de representantes de orga-nizações nacionais e internacionais ligadas ao mundo do trabalho e coordenadores de redes sindicais no Brasil e na Alemanha.

Melhores condições de trabalho, igualdade de salários e de benefícios e maior transparência na troca de informações entre as plantas são alguns dos desafios permanentes que os trabalhadores reivindicam.

Neste encontro, o avanço do liberalismo econômico e as conseqüências da flexibi-lização de direitos foram alguns dos temas que guiaram as mesas de discussão. Uma das críticas levantadas pelos participantes  foi a falta de mecanismos de monitora-mento e de punição às empresas quando descumprem os acordos assinados com os trabalhadores.

Também foi destacada a importância da construção e consolidação de redes sindicais para o fortalecimento dos Acordos Marco Globais (AMGs) que são frutos de intensa luta e já são realidades reivindicadas para que as empresas normatizem códigos de conduta global com foco na responsabilidade social, com padrões mínimos de condições e relações de trabalho exigidos na Organização Internacional de Trabalho (OIT) e no relatório dos direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).




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