PETROQUÍMICOS CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

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ATOS CONTRA O PL 4302

Para pressionar os deputados a votarem contra a proposta, a CUT e sindicatos, entre eles o SINDIPOLO, realizaram, na manhã da segunda-fei­ra (20), atos nos aeroportos do país, pressionando os deputados a votarem contra a proposta. Na terça também tem manifestação no aeroporto e as centrais estão mobilizando os traba­lhadores para ocuparem o Congresso Nacional.

O PL 4302 – Acaba com mais de 70 anos de conquistas e direitos dos traba­lhadores. Na prática, o Projeto rasga a CLT. Com a terceirização sem limite, to­dos os trabalhadores serão afetados, com o fim dos direitos trabalhistas, o que deixará os trabalhadores sem qual­quer proteção.

Os petroquímicos participaram, nos dias 14 e 15 de março, de atos contra a Reforma da Previ­dência, realizados no Polo, em Canoas e em Porto Alegre.

No dia 14, a partir das 7 horas, os pe­troquímicos (diretos e terceirizados) e re­presentantes dos metalúrgicos, vigilantes, rodoviários e outras entidades realizaram um “pedágio” na via de acesso ao Polo.

Na atividade foi distribuído aos tra­balhadores do ADM e do Turno, material sobre a Reforma da Previdência. No infor­mativo “REAJA OU SUA APOSENTADORIA VAI ACABAR“, foram colocados os princi­pais prejuízos para TODOS OS TRABALHA­DORES, se a Reforma for aprovada. Ela atinge trabalhadores dos setores público e privado, aposentados ou da ativa, do campo e da cidade, homens e mulheres indistintamente.

ATO EM CANOAS

No dia 15, os petroquímicos tam­bém participaram, em Canoas, das ativi­dades chamadas pelas Frentes Brasil Po­pular, Povo Sem Medo e pelas centrais sindicais para o Dia Nacional de Parali­sação Contra a Reforma da Previdência. Neste dia ocorreram manifestações que reuniram mais de um milhão de pessoas em todo o país.

A atividade reuniu várias categorias, movimentos sociais e entidades inte­grantes do Comitê Sindical e Popular de Canoas contra a Reforma da Previdência e em Defesa dos Direitos dos Trabalha­dores. A atividade iniciou no Calçadão e os manifestantes saíram em caminhada até a frente da Prefeitura Municipal e depois foram até a agência do INSS na cidade. No final do ato foi entregue, à Superintendência Regional do INSS, do­cumento com a posição contrária à Re­forma.

Durante toda a atividade, com fai­xas, cartazes e palavras de ordem, os trabalhadores deixaram claro que não vão aceitar qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores.

 

 

 




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