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OXITENO

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Já se passaram muitos anos desde a reabertura da Oxiteno. Em que pese a relevância social e econômica de sua volta, há de se estabelecer entendimento quanto ao tratamento dispensado aos seus novos ou recontratados trabalhadores.

Na sua volta, partiu mal e implantou o turno de 12 horas quando em todo o polo petroquímico já se havia vencido o ultrapassado turno de revezamento com apenas quatro grupos.

Após, sem nenhum acordo com a representação sindical como reza a legislação e sem se importar com a penosidade infringida aos seus contratados, seguiu em frente, buscando seus objetivos econômicos. Se questionados quaisquer dos diretores, gerentes ou membros da chefia da Oxiteno, sempre se terá como resposta, a máxima de que “trabalhador, aqui, é o principal patrimônio da empresa”. No entanto os trabalhadores da Oxiteno em Triunfo nunca foram tratados com o respeito que merecem, diferentemente das outras unidades do país e de seus companheiros turneiros das demais fábricas do polo.  E que “mal” fizeram?  Somente o de se contrapor ao ilegal turno de 12 horas.

 

MEC ou desrespeito social?

Como a Oxiteno pode propagandear que tem respeito pelas pessoas? Que compromisso tem, com a evolução, apregoada como princípio, quando, internamente, impôs o turno de 12 horas, e agora um novo castigo, o turno de seis horas que leva a uma extenuante jornada de viagens?  A OXITENO segue desagregando a vida de seus trabalhadores. Antes por um esmero condenável pelas 12 horas e agora, por uma sede de vingança, o turno de seis horas, pois está prestes a desembolsar uma soma milionária por suas imposições ao esdrúxulo turno de 12 horas.

A Oxiteno quer levar os trabalhadores à exaustão física e psicológica, para que sucumbam aos seus anseios de não desembolsar tudo o que deve. É uma tentativa de reverter o prejuízo, que está colocado graças a sua insensibilidade para ver a realidade. Impressiona como a Oxiteno permite que umas poucas pessoas que sustentam a atual posição ponham o seu nome na lama. Enquanto os trabalhadores produzem MEC a empresa se especializa em se lambuzar na lama do desrespeito social.




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