OXITENO: FISCALIZAÇÃO DA SRTE/RS

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No dia 13 deste mês, auditores da SRTE-RS (Su­perintendência Regional do Trabalho e Emprego), realizaram fiscalização na empresa Oxiteno, junta­mente com o Sindipolo e a CIPA que foram convida­dos a participar.

No ato da fiscalização, a SRTE solicitou docu­mentações relativas a NRs, Planos de Manuten­ção, relatórios de caldeiras, CATs (Comunicação de Acidente de Trabalho) entre outros documentos inerentes para as condições de trabalho. Após, se­guiu para as áreas de produção da empresa, onde percorreu a unidade de compressores – C 415 A e B e C 416; de refrigeração do processo e caldeiras B 6310 e B 6360; Unidade de Reconcentração de Áci­do Sulfúrico – Área U 420 SCHOTT; pelo local onde ocorreu o acidente de vazamento no final de 2016, envolvendo a Bomba G712 – planta piloto. Também passou pela Oficina de Manutenção e vestiários.

Nesta fiscalização, foi ob­servada a presença de ruído intenso em algumas áreas da planta industrial, merecendo atenção sobre este risco físi­co; melhor cumprimento da NR 20 no que diz respeito a fracionamento e rotulação de produtos. Na Oficina foram verificadas a necessidade de melhorias em tornos mecâni­cos e na ventilação/exaustão em fumos de solda, confor­me estabelece a NR 12. Outra questão foi a falta de higieni­zação das toalhas dos traba­lhadores, que deveriam ser fornecidas pela Oxiteno, pois as mesmas ficam expostas à contaminações das áreas in­dustriais.

Ficou evidente que a em­presa deu bons andamentos às demandas da fiscalização anterior realizada pelo SRTE. Um exemplo constatado nes­te acompanhamento foi que as tubulações das áreas estão sendo pintadas e melhor iden­tificadas conforme NR 26.

Entendemos que os pon­tos fiscalizados nesta nova atu­ação, são possíveis de serem atendidos pela Oxiteno, pois envolvem somente disposição da empresa e poucos recursos financeiros.

Para o Sindicato, as melho­rias nas condições do ambien­te de trabalho não se limitam apenas ao cumprimento das Normas Regulamentadoras e outros anteparos legais de proteção aos trabalhadores. Mas que as empresas, de uma forma geral, apliquem em seus programas, planejamentos, orçamentos, ou seja, na ges­tão como um todo, melhorias efetivas na qualidade e segu­rança destas condições. Isto é um respeito à vida e saúde dos trabalhadores petroquímicos, sejam diretos ou terceiros

 

 




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