O DRAMA DO FIM DO PLANO PETROS

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Os participantes do PLANO PETROS Copesul/Braskem estão com sua preocupação e ansiedade aumentadas, pois a Braskem, a PETROS e a PREVIC, não têm qualquer definição sobre a situação do Plano. Isto, além do impacto nas suas vidas com a atitude da Braskem de acabar com o Plano, desde 1º de outubro de 2012, data da homologação, pela PREVIC, da retirada do patrocínio.

A PETROS diz que não tem os recursos disponíveis para os participantes. Já a PREVIC sabia disso e, mesmo assim, homologou a retirada do patrocínio, conforme seu Despacho nº 489/2013/CGTR/DITEC/PREVIC, de 27/11/2013, item 5, que diz: “A Petros, em 25 de setembro de 2012, protocolou o Encaminhamento Padrão n.º 083/2012, pelo qual relatou dificuldades de liquidez para honrar os compromissos com a retirada e apresentou diversos questionamentos, dentre os quais a solicitação para dilação do prazo em sete anos para cumprimento das obrigações assumidas no Termo de Retirada de Patrocínio”.

A Braskem, a PREVIC e a PETROS  têm adotado uma sucessão de atos de ataques aos direitos e de desrespeito aos participantes do Plano.

O Sindicato, no dia 7 de novembro, enviou documento à PETROS, pedindo informações sobre se  os Fundos do Plano estão sendo atualizados por, no mínimo, o IPCA mais 6% ao ano, bem como, se a Braskem está aportando os recursos financeiros necessários para garantir o  “equilíbrio” financeiro do Plano, entre outras questões. Até o momento, não recebemos retorno.

Neste cenário, a Braskem, pelo que se percebe, “lava” as mãos, como se ela não fosse a causadora de todo este drama para os participantes.

Reiteramos que paralelo a este processo, o Sindicato tem várias iniciativas e ações judiciais em defesa do Plano e dos direitos dos participantes.




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