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NEGOCIAÇÕES COM A ARLANXEO

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Até o momento, nenhuma proposta foi feita pela empresa para renovação dos acordos que “venceram” no final de agosto (Acordo Coletivo Geral e Acordo de Turno/TSR).

Na última reunião com a empre­sa, deixamos claro nosso entendimento quanto as negociações em andamento. Os dois acordos podem, cada um em seu instrumento específico, tratar de eventu­al ponto que tenha que retroagir, já que a empresa fez proposta de incorporação do Acordo Geral da HPE pela TSR. O que há de mais importante no momento é a negociação dos acordos “vencidos”, até porque no Acordo Geral há um índice de reajuste salarial a ser avaliado. No Acordo de Turno a possibilidade de fe­chamento de acordo está mais distante, uma vez que a maioria dos trabalhadores (turneiros da TSR e HPE) não concorda com o acordo em separado.

Quanto ao Acordo Coletivo Geral, em Pernambuco e no Rio de Janeiro a empresa já apresentou proposta de re­ajuste de 8,18% e houve inclusive nova proposta dos trabalhadores.

ACORDO DE TURNO DE

REVEZAMENTO NA ARLANXEO

No Acordo de Turno assim como no Acordo Geral a intenção da empresa é de estender o acordo da TSR para os traba­lhadores da HPE. Consultados a respeito, a esmagadora maioria dos turneiros (TSR e HPE) optou por ter regulamentadas as questões do turno através do “acordo ge­ral de turnos de revezamento do polo”, válido para a Braskem e Videolar-INNOVA.

O que temos hoje em função da ne­gociação em andamento é uma propos­ta da ARLANXEO diferente desta pauta, e além disso NÃO há proposta de reno­vação do acordo, ou seja, para setembro de 2016 em diante não há proposta. A empresa oferece um aditivo ao acordo de turno que tinha vigência até agos­to/2016 para os trabalhadores de turno da TSR estendendo-o aos trabalhadores de turno da HPE.

Caso fosse aprovado, os trabalhado­res da HPE passariam a ter banco de ho­ras, perderiam também a possibilidade de discussão com o sindicato no caso de alterações no efetivo de turno e o que é pior, passariam a negociar em separado sem a participações dos trabalhadores da Braskem e Videolar-INNOVA, contrarian­do o que foi decidido por 92% dos turnei­ros das unidades HPE e TSR da Arlanxeo.

RUÍDO SEM FUNDAMENTO

Nas questões que envolvem o regi­me de turno, SOMENTE os trabalhado­res do turno (TSR e HPE) se manifes­tam. Por isso de forma alguma, alguém poderia interpretar que nas assembleias que ocorreram entre os dias 29 de abril a 5 de maio de 2016 alguma questão so­bre o turno estava sendo votada. O bo­letim Em Dia 1763 com a convocatória para as assembleias é claro: Em nenhum momento se refere ao Acordo de Turno e a cédula de votação não permite ou­tra interpretação, senão a de que estava sendo votado a questão do Acordo Cole­tivo Geral. O próprio modelo de cédula havia sido impresso no boletim, confor­me modelo abaixo, que foi publicada na capa do EM DIA 1763.

Consideramos superada esta discus­são reafirmando que não há razão para “discordância veemente” referida pelo SINDIQUIM em nota distribuída.

De qualquer forma, cumpre esclare­cer que o que se aplica hoje aos turneiros da HPE é o Acordo de Turno do Polo, que abrange também os turneiros da Braskem e Videolar-Innova e aos trabalhadores da TSR, o Acordo de Turno em separado, fir­mado diretamente com a Arlanxeo.




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