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NEGOCIAÇÃO SALARIAL TEM QUE SER RETOMADA

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A última reunião de negociação foi no dia 3 de dezembro. Nesta, as empresas apresentaram proposta de reajuste salarial de 7,6% até o salário de R$ 7.356,24 e, acima disto, um valor fixo de R$ 559,07 e correção do auxílio educação pelos 7,6%, mantendo este somente para os trabalhadores da Braskem, entre outras questões.

Esta proposta foi rejeitada, assim como a aprovação de uma contraproposta, em assembleia no dia 6/12, que reuniu praticamente 100% do pessoal do ADM de todas as empresas e um grupo de turno.  A decisão dos trabalhadores foi reiterada em outra manifestação com assembleia, no dia 18/12 e vem sendo divulgada em vários EM DIA.

Portanto, está clara a posição da categoria em relação a proposta das empresas, assim como o que está sendo reivindicado.  As empresas têm condições de atender.

A Braskem, por exemplo, informou que “…a UNIB-RS, em 2013, atingiu a maior produção histórica de petroquímicos comercializáveis. A produção foi de 3.212.397t, comparada com 3.130.500t em 2010”. Também destacou os principais produtos onde houve recordes de produção como propeno, benzeno, eteno verde e outros.

As demais empresas certamente não tiveram evolução nos seus resultados muito diferente da Braskem.

 

FIM DAS DISCRIMINAÇÕES

Todos os itens aprovados são importantes para os trabalhadores. O eixo das reivindicações é a solidariedade e o fim da discriminação. Neste sentido temos que garantir o auxílio educação também para os trabalhadores da Innova, Lanxess KELL, Borealis e Oxiteno. Além disto, o fim da discriminação em relação ao reajuste salarial, garantindo o mesmo percentual de reajuste para toda a categoria.

Na semana passada tivemos duas atividades, uma com o ADM e outra com um grupo de turno que entrava às 8h. Nestas, entregamos o informativo do Sindicato, com carro de som, e, além de resgatar as manifestações realizadas em dezembro, chamamos para a urgência na retomada da negociação e da necessidade de novas manifestações ou paralisações ainda mais fortes.

O momento hoje é diferente daquele em que as empresas apresentaram a proposta. Já nos encaminhamos para o final de janeiro e daí a necessidade de agilizarmos a negociação. Está na hora das empresas reverem sua posição. 

 




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