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Negociação PLASC: tem que evoluir

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Contatamos a empresa destacando, da sua proposta, o que foi rejeitado nas assembléias, e fazendo um apelo para que reveja sua posição. É importante uma proposta onde seja contemplada a expectativa dos trabalhadores.  Para equacionar a negociação, a idéia é construir uma alternativa que contemple, no mínimo, a média das expectativas das partes envolvidas no processo.

Reiteramos o que foi rejeitado nas assembléias: o índice de 6,2% de reajuste; que as horas extras a 100% não sejam somente no sábado, conforme proposta da empresa; que a jornada de trabalho do ADM seja regulamentada no Acordo;  e que a cesta básica seja de 10% do piso salarial. O restante apresentado, foi aprovado pelos trabalhadores.

Procuramos a empresa situando sobre as preocupações em relação a forma com que a negociação está andando. Agora, estamos aguardando uma posição da PLASC.

Lanxess: volta à negociação
Em ofício de 27 de dezembro de 2010, aos sindicatos que negociam o Acordo Coletivo, a empresa informa que “em breve” contatará para reiniciar o processo interrompido há cerca de um mês, desde que recebeu a  comunicação da rejeição de sua proposta, no dia 7 de dezembro.

Os trabalhadores esperam que esta reunião aconteça já no início do mês de janeiro. É preciso que a empresa reveja a sua proposta, que foi rejeitada com contundência nas suas três unidades. O Acordo Coletivo em vigência, foi conquistado ao longo dos anos e não pode, de maneira alguma, sofrer qualquer tipo de rebaixamento.

A Lanxess, no Brasil, é uma petroquímica e seus parâmetros de negociação tem que ser, necessariamente, os do setor. Este é um bom momento para esta empresa mostrar efetivamente seus discursos de apresentação.

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