NEGOCIAÇÃO ARLANXEO

PUBLICADO:

A empresa apresentou proposta de reajuste de 1,38% para salários e demais auxílios com ex­ceção ao auxílio Odontológico, Medicamentos e Oftálmico (OMO) que hoje é de R$ 1.152,90 para cada trabalhador e dependente por ano. A pro­posta é a mesma apresentada em Pernambuco e no Rio de Janeiro e não repõe sequer o INPC acu­mulado que é de 1,73%.

ARGUMENTOS CONSTRANGEDORES

Poucas categorias no País têm um peso tão baixo com salários e encargos nos custos da pro­dução como o setor petroquímico e, além disso, sabemos da alta qualificação da mão de obra no setor. Não há argumento do ponto de vista eco­nômico que justifique que a Arlanxeo tenha a ne­cessidade de reajustar os salários por um índice tão baixo e que não garante sequer a reposição das perdas do período. Há categorias onde a mão de obra tem peso decisivo nos custos de produ­ção e mesmo assim tem reajustado salários aci­ma do índice inflacionário.

Além disso, deixar de fora o reajuste do auxílio “OMO”, parece revelar a intenção de terminar com o auxílio ou de “estratégia de mesa de negociação”, pois da mesma forma as implicações econômicas são insignificantes, basta fazer as contas para constatar.

PROPOSTA INSUFICIENTE

A proposta poderia perfeitamente ter sido rejeita­da na mesa, mas como há outra reunião esta semana com as demais empresas vamos avaliar os próximos passos. Ficou indicativo de reunião para o dia 18/10.

No Rio de Janeiro foi rejeitada na mesa de negociação e há reunião marcada para o dia 17/10. Em Pernambuco a intenção é manter a reivindicação inicial através de assembleias e há reunião marcada para o dia 16 de outubro.




DESENVOLVIMENTO BY
KOD