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Não às práticas anti-sindicais

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As práticas anti-sindicais que, direta ou indiretamente, tentam cercear, desvirtuar ou impedir a legitima ação sindical em defesa e promoção dos interesses dos trabalhadores existem em diversas formas no Polo. Estas vão desde a dinâmica do mercado de trabalho que é desfavorável à organização sindical e revelam-se mais concretamente quando as empresas pressionam para não se sindicalizar e perseguem dirigentes sindicais sempre de modo a não caracterizar esta política.

O auge desta prática – perseguição aos dirigentes sindicais – ocorreu nos anos noventa com dois grandes maus exemplos na Petroflex/Lanxess e na Petroquímica Triunfo/Braskem e não se espera que ações anti-sindicais, como aquelas, voltem a acontecer.

Não são mais admissíveis ranços ideológicos, ou ações para “vingar” ações sindicais vitoriosas como as dos exemplos citados. Não se justificam mais ataques de qualquer ordem a quem, por dever de cumprir um mandato, traduza o mesmo em atos, denunciando más práticas e descumprimento de legislação. Quando uma empresa ataca um dirigente sindical, ataca a toda a categoria. Qualquer prática neste sentido será sempre responsabilidade da empresa mesmo sendo iniciativa de quem quer ser “mais realista que o rei”. O SINDIPOLO está atento e não admitirá ataques a dirigentes, pois são um ataque a organização de toda categoria..