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NANOTECNOLOGIA SERÁ TEMA DO SINDIPOLO NA SIPAT

PUBLICADO:

Leia as entrevistas na íntegra no site do Sindicato.

Clique no link abaixo:

http://www.sindipolo.org.br/clipping.php

Nas últimas duas edições do EM DIA, publicamos matérias com entrevistas de especialistas no tema da Nanotecnologia. O objetivo é subsidiar os trabalhadores com elementos e informação sobre a questão, não só por se tratar de um tema do qual os petroquímicos, assim como outras categorias, devem se apropriar e conhecer, mas também porque este será o assunto abordado pelo SINDIPOLO na sua palestra na SIPAT Integrada a ser realizada em outubro próximo.

Com estas matérias e debates, o Sindicato tem o objetivo de buscar que os trabalhadores conheçam  a Nanotecnologia e sua relação com o mundo do trabalho e possam, na palestra a ser apresentada na SIPAT, participar contribuindo com opiniões, sugestões e esclarecendo suas dúvidas.

Publicaremos, até outubro, mais três entrevistas sobre o tema, que a cada semana estão sendo colocadas na íntegra no site do Sindicato.

 

Nenhum avanço científico, tecnológico e de inovação se justifica se não forem respeitados o ser humano e o meio ambiente.

Para o doutor e mestre em Direito da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Prof. Wilson Engelmann, que coordena uma pesquisa sobre direitos humanos e Nanotecnologias, há urgência nas discussões sobre um marco regulatório das Nanotecnologias.

Segundo ele, o consumidor precisa estar atento aos produtos que se utilizem desta medida. Vale dizer: todos deverão ser informados sobre os eventuais riscos que os novos produtos poderão trazer. É um direito fundamental e constitucional o chamado “direito à informação” e o produtor tem o “dever de informação”, pois ele deverá saber quais são os riscos e deverá informá-los à sociedade, que, assim, poderá decidir se compra e usa o produto ou não.

Ele frisa que esta disscussão não pode estar dissociada do cuidado com o ser humano e o meio ambiente. “Nenhum avanço científico, tecnológico e de inovação se justifica se estes dois pressupostos não forem respeitados. Além disso, a questão regulatória no Brasil não poderá deixar de analisar as discussões regulatórias que também estão em andamento em outros países como os Estados Unidos, países europeus e asiáticos”, alerta.




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