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NA UNPOL E UNIB – SOBRA TRABALHO E FALTA RESPEITO E RECONHECIMENTO!

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A Braskem está se aprimorando na técnica de empurrar seus compromissos com a barriga. Sua fama de mal pagadora não é só com seus fornecedores de materiais e produtos, mas também com seus “integrantes”. Pois já concluímos as Paradas de Manutenção na PP2/PE5, PP1, PE6, a Spharline da PE4, e fase de conclusão da Olefinas 1 da UNIB, restando a Tubular da PE4 que deve se prolongar até 28/05. Mas sua posição sobre a formalização de um Acordo de Parada entre ela e seus trabalhadores, embora ela diga que quer ter um Acordo assinado, não passa de balela.

Na verdade ela quer um Acordo somente com as cláusulas que lhe trazem alguma segurança trabalhista. No restante, fala mais forte um dos pilares da Odebrecht – “Crescer se endividando” e “Reduzir os custos”.

Não podemos deixar o tempo apagar de nossas memórias o quanto gerou de economia à Braskem a certificação do SPIE, pois antes as Paradas eram a cada dois anos e hoje, este prazo foi alargado para cada seis anos. E quando chegam estes momentos ela ainda fica “contando moeda pequena”, tanto para investir na manutenção dos equipamentos, como para reconhecer economica Braskem está se aprimorando na técnica de empurrar seus compromissos com a barriga. Sua fama de mal pagadora não é só com seus fornecedores de materiais e produtos, mas também com seus “integrantes”. Pois já concluímos as Paradas de Manutenção na PP2/PE5, PP1, PE6, a Spharline da PE4, e fase de conclusão da Olefinas 1 da UNIB, restando a Tubular da PE4 que deve se prolongar até 28/05. Mas sua posição sobre a formalização de um Acordo de Parada entre ela e seus trabalhadores, embora ela diga que quer ter um Acordo assinado, não passa de balela.

Na verdade ela quer um Acordo somente com as cláusulas que lhe trazem alguma se-gurança trabalhista. No restante, fala mais forte um dos pilares da Odebrecht – “Crescer se en-dividando” e “Reduzir os custos”.

Não podemos deixar o tempo apagar de nossas memórias o quanto gerou de economia à Braskem a certificação do SPIE, pois antes as Paradas eram a cada dois anos e hoje, este prazo foi alargado para cada seis anos. E quando chegam estes momentos ela ainda fica “contando moeda pequena”, tanto para investir na manutenção dos equipamentos, como para reconhecer economicamente todo o esforço realizado. Desta forma, seria melhor voltarmos a ter as Paradas a cada dois anos, pois no mínimo teríamos uma média de horas extras maior e os equipamentos com verificações mais frequentes.




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