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MANIFESTAÇÕES NO POLO PETROQUÍMICO

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As atividades do dia 30 de junho ini­ciaram, para o Sindipolo, no dia 29 de junho. Ocorreram atividades na entrada do ADM e com o turno que saia da zero hora. Durante a tarde, com os turneiros das 16h e novamente com os que entra­ram a zero hora. O objetivo foi mobilizar e esclarecer sobre a greve e as manifesta­ções do dia 30. Também a partir das 16h do dia 29, montamos um acampamento para vigília na entrada do Polo, com as direções do Sindipolo e Sindiconstrupolo.

Na madrugada do dia 30, a partir das 4 horas, o Fórum Sindical da Classe Traba­lhadora, que representa os trabalhadores das empresas na entrada do Polo (Masi­sa, Beppo, Jonh Deere, Polo Films, Mo­mentive, Hexion e Fujikura Cabos), sin­dicatos dos metalúrgicos, químicos, mais comerciários, da alimentação, bancários, federação da alimentação e outros sindi­catos, realizaram a manifestação na via de acesso ao Polo que foi até cerca de 9h.

Esta manifestação foi “desmontada” através de pressão e ameaças e uma for­te intervenção do aparato policial e com inúmeras viaturas da polícia militar, cami­nhão de bombeiros e polícia de choque. Assim como também ocorreu na mani­festação realizada na Rodovia Tabaí-Ca­noas, em Nova Santa Rita.

Aliás, a forte repressão policial, com prisões, spray de pimenta, bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e cassetetes, foi a “ferramenta” usada pela repressão do Estado em todas as mani­festações realizadas. Tanto que, segun­do a própria polícia que esteve no Polo quanto a imprensa, o bloqueio na via de acesso, em rodovias estaduais foi o últi­mo a ser “desmontado”.

Apesar de toda repressão policial e dos governos, os trabalhadores continu­am mobilizados e atentos às tentativas de retiradas de seus direitos e serão re­alizados quantos atos e greves forem ne­cessários para barrar esta ofensiva con­servadora contra seus direitos.




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