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MAIS DE 200 MIL EM BRASÍLIA PELO FORA TEMER, DIRETAS JÁ E NENHUM DIREITO A MENOS

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Do local de concentração os mani­festantes saíram em marcha pelas ruas de Brasília em direção à Esplanada dos Ministérios. A caminhada ocorreu sem qualquer confronto na maior parte do tempo e as palavras de ordem eram in­tensificadas com pedidos de Fora Temer, Diretas Já e nenhum direito a menos.

No momento em que os primeiros manifestantes chegaram próximo ao Congresso, muitos ainda estavam saindo do ponto de início da Marcha, mostrando a dimensão do mar de trabalhadores que tomou as ruas da capital federal.

REPRESSÃO CONTRA A CLASSE TRABALHADORA

Ao se aproximar da Esplanada dos Ministérios, a Marcha se deparou com um forte aparato policial que logo co­locou em prática as habituais táticos de repressão contra os trabalhadores: bom­bas de gás, spray de pimenta, balas de borracha, cães treinados e cavalaria por cima dos militantes. Para evitar o con­fronto com desdobramentos graves, os organizadores orientaram os manifestan­tes a recuar. Mas mesmo assim a polícia continuou atacando, jogando bombas de gás, inclusive de helicópteros, e avançan­do com cavalos por cima das pessoas. Di­versos manifestantes, inclusive mulheres, idosos e crianças foram feridos.

Do local de concentração os mani­festantes saíram em marcha pelas ruas de Brasília em direção à Esplanada dos Ministérios. A caminhada ocorreu sem qualquer confronto na maior parte do tempo e as palavras de ordem eram in­tensificadas com pedidos de Fora Temer, Diretas Já e nenhum direito a menos.

No momento em que os primeiros manifestantes chegaram próximo ao Congresso, muitos ainda estavam saindo do ponto de início da Marcha, mostrando a dimensão do mar de trabalhadores que tomou as ruas da capital federal.

MINISTROS DO TST SÃO CONTRA A REFORMA
TRABALHISTA
Documento assinado por 17 dos 27 ministros do TST foi entregue ao Senado Federal, dia 24/5, com a posição dos ministros contrários à reforma trabalhista (PLC 38/17). Para eles, a reforma prejudica direitos dos trabalhadores.
No documento “Considerações Jurídicas”, os ministros avaliam que a reforma trabalhista “desestimula ou fecha de maneira muito forte o acesso de pessoas simples e pobres do país à jurisdição” e “retira direitos e aumenta desproporcionalmente o poder empresarial e do empregador nas relações de emprego, além de desvirtuar a negociação coletiva trabalhista e enfraquecer o sindicalismo no país”.
Sobre a negociação coletiva, os juristas destacam que “em vez de a negociação coletiva trabalhista ser um instrumento de elevação das condições de trabalho na vida social, passa a ser um instrumento de piora das condições de trabalho e, naturalmente, isso fere toda a história do direito do trabalho”, diz o documento.
Os ministros desmentem totalmente o discurso do governo de que as mudanças vão modernizar as relações de trabalho e gerar mais empregos.fora-temer-75cm-x-26cm-sem-estrela

 




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