INNOVA/PETROBRAS

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Há cerca de dois anos, quando a Innova passou a ser controlada pela Petrobras/Brasil, a expectativa dos trabalhadores foi de que com isso haveriam mudanças com melhorias tanto na gestão da empresa quanto nas condições de trabalho. Principalmente, no que se refere a segurança.

Só que o que está acontecendo na empresa, na unidade de poliestireno, mostra uma preocupação.

Sinaliza que pode acontecer um acidente grave. A interpretação dos trabalhadores é que não dá mais para o gestor acompanhar a produção “à distância”.

Os trabalhadores alertam que tem que haver mais comprometimento na gestão, com ações preventivas, para que os riscos da área sejam eliminados e todos possam ter tranquilidade para trabalhar com segurança.

Tem, por exemplo,  a situação crítica da área de borracha, com grande potencial de risco com impacto significativo para os trabalhadores, ambientais e materiais.  Também é importante lembrar que este risco vem sendo cobrado nas reuniões da CIPA e está no cronograma do PPRA. Só que as soluções não estão sendo implementadas. Outro exemplo de risco iminente  é o piso da reação que virou uma pista de patinação de tanto óleo mineral e siliconado que vaza dos selos das bombas.

 

FALTA DE EFETIVO

A falta de efetivo de trabalhadores também compromete a segurança. O acúmulo de trabalho ocasiona  desgate  físico e mental. O que está acontecendo é um absurdo. Há situações em que são efetuadas 300 horas extra/mês por pessoa.

Os  trabalhadores seguem todos os procedimentos de segurança. Mas a empresa precisa proporcionar tranquilidade e eliminar as condições inseguras em deter-minadas áreas e tarefas para que todos possam trabalhar com total segurança.

Os gestores da Innova devem ter em mente que é melhor a prevenção do que lamentar acidentes que venham a ocorrer.




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