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HE para cursos

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Na Braskem, tem algumas lideranças com atitudes mais perversas do que as praticadas institucional-mente pela empresa. Estão proibindo os trabalhadores de lançarem e consequentemente receberem suas horas extras ou sequer efetuarem a compensação, que, neste caso, seria ilegal.

O que chama a atenção é que algumas lideranças que fazem mais do que devem, impondo prejuízo aos trabalhadores, quando demitidas, saem indignadas, com toda a ordem de revolta  com o que a Braskem vem fazendo.

Em reuniões com a empresa, seu representante de RH diz que “práticas como esta não tem o respaldo e o amparo da empresa”.

Braskem reconhece HE em  treinamentos

Vários trabalhadores de turno participam de cursos de treinamento em suas folgas, como um ocorrido em Minas Gerais, com objetivo de qualificação e atualização em novas tecnologias, foram informados que não receberão suas HE nas folgas. Isto é uma arbitrariedade inaceitável que deve ser denunciada.

Conforme citamos acima, a manifestação da empresa em reunião com o Sindicato é de que os treinamentos nestas condições, a Braskem reconhece como extensão da jornada de trabalho e, portanto, as horas extras efetuadas devem ser remuneradas.

Reflexão

Achamos que as pessoas que estão na condição de líderes, coordenadores ou supervisores, são trabalhadores como os demais. Até “ontem”, não estavam na condição de liderança e se indignavam com as arbitrariedades cometidas pelas chefias. Agora, como chefes, querem exigir mais do que a própria empresa já exige. Buscam fazer “uma média” com a Braskem, até mesmo cometendo assédio moral. É a hora de reverem seu histórico dentro da empresa e fazer uma reflexão sobre suas atitudes.




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