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EXTRATURNO NA INNOVA

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A INNOVA vem cumprindo, a partir de uma determinada data, a súmula 429 do TST – Tempo à Disposição do Empregador – Período de Deslocamento entre a Portaria e o Local de Trabalho (Considera-se à disposição do empregador, na forma do art. 4º da CLT, o tempo necessário ao deslocamento do trabalhador entre a portaria da empresa e o local de trabalho, desde que supere o limite de 10 (dez) minutos diários).

No entanto, os trabalhadores estão desconfortáveis e sofrendo pressão para passar o turno neste mínimo intervalo de tempo para não gerar horas extras. Isto está acarretando uma passagem de turno muito precária e perigosa para o grau de risco da empresa. Sabemos que para a empresa o que importa é o cumprimento da lei mas, para que seja preservada a continuidade operacional com toda a segurança que a atividade requer, o Sindicato tomará as devidas medidas corretivas, já que não há pela empresa a vontade de negociar um tempo de rendição com segurança operacional.

 

SOB CONTROLE DE QUEM?

Temos a tempo um clima de desconforto na INNOVA devido ao processo de venda no qual não existe a devida transparência. Tudo isto deveria se resolver na primeira semana de outubro, prazo final de resolução do processo no tribunal do CADE. Esta semana, os trabalhadores foram novamente surpreendidos com a notícia de que a venda da INNOVA está sendo analisada também pela Polícia Federal, devido ao projeto da venda estar na agenda do Sr. Paulo Roberto da Costa, que foi chefe do abastecimento da Petrobras na época da venda e hoje está preso pela “operação lava jato”. Os trabalhadores esperam a resolução destes entraves o mais rápido possível com a consequente saída da empresa do “limbo” controlador.

 




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