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ELEIÇÃO DA CIPA NA UNIB/BRASKEM

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ELEIÇÃO INICIOU DIA 25 E SE ESTENDE ATÉ QUINTA, DIA 28. PARTICIPE!

Buscar saúde e seguran­ça nos seus meios ambientes de trabalho deve ser objetivo basilar de qualquer empresa. Para tanto, é obrigação ofertar um ambiente seguro, princi­palmente em empresas de alto grau de risco. Para isso, não bastam os diversos pro­gramas implantados se não houver conscientização, por parte dos trabalhadores e, também, praticidade em suas execuções pelas empresas.

Assim sendo, é funda­mental o trabalho do cipeiro, pois é por ali que passam as observações, as investiga­ções e encaminhamentos buscando um ambiente mais salubre e seguro.

Dar a importância que a CIPA merece, tanto pelos trabalhadores como pelas empresas, é fundamental porque, como já citamos, a mesma é um instrumento que por mais que tenha­mos nossos representan­tes, é de todos.

Vivemos tempos de grandes acidentes quími­cos ampliados, como San­tos (SP), Braskem ABC e mais recentemente Guaru­já (SP). Por entendermos que um polo petroquímico está sujeito a ocorrências desta monta, é que destacamos a importância dos trabalha­dores participarem deste momento de escolha dos cipeiros. Na direção do SIN­DIPOLO, a decisão foi de ter­mos três dirigentes sindicais concorrendo para a CIPA.

Os interesses da CIPA deveriam ser um só tam­bém, focados em melhorias constantes e necessárias, na segurança e saúde dos traba­lhadores, do meio ambiente dentro e fora da empresa. Po­rém, entendemos que nem sempre é o que ocorre nas reuniões ordinárias da CIPA. Há outros interesses que acabam sendo antagônicos aos citados. O interesse da empresa, nem sempre anda na direção que os trabalha­dores entendem como certa, o que reforça a necessidade de eleger membros para a Comissão que tenham efeti­vo e absoluto comprometimento com nossa saúde e se­gurança, além da autonomia necessária para contrapor a empresa nos momentos em que ela esteja querendo im­por seus interesses.

Já vivenciamos situa­ções em que “lideranças” das empresas pretendiam que todos os membros da CIPA tivessem o mesmo olhar da empresa. Para isso, além dos que são indicados por elas, também forçam trabalhado­res a se inscreverem para se­rem eleitos. Daí a importân­cia de termos os dirigentes concorrendo.

Se os trabalhadores não estiverem atentos, as empre­sas fazem da CIPA uma mera formalização protocolar da NR5, sem a atuação necessá­ria e sem expressão alguma.

Entre os inscritos, segu­ramente há trabalhadores que têm capacidade e von­tade de fazer um efetivo tra­balho como cipeiro. Mas é por termos que analisar em âmbito global tudo que está envolvido numa eleição para CIPA, que temos dirigentes sindicais inscritos.

FORMAÇÃO DA CIPA

A CIPA é formada por representantes dos trabalhadores e das empresas. No primeiro caso, o membro é eleito pelo voto direto. No caso das empresas, os cipeiros são indicados e são elas também que indicam o presidente da Comissão. Se para as empresas esta questão se trata, na maioria dos casos, de mero cumprimento da legislação, para os traba­lhadores é uma questão fundamental. Trata-se de uma fer­ramenta de proteção coletiva que precisa ser tratada com seriedade e dedicação. É uma conquista de todos os traba­lhadores e tem relação direta com a saúde e segurança.

 

 

 

 

 

 




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