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Contribuição sindical

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Qual é o acordo coletivo que rege a relação dos petroquímicos com as empresas? A resposta vem rápida, pois estamos acostumados com o nosso acordo e sabemos o quanto ele está acima da média geral. Se há uma categoria com significativas diferenças positivas em matéria de direitos esta categoria é a petroquímica. E não é sem razão. Conhecemos nossa realidade e as possibilidades das empresas. Lutamos para conquistar cada vantagem e benefício, e por isso sabemos o preço de cada cláusula. Foi a participação da categoria nas lutas coletivas e a sua resistência junto com o SINDIPOLO que garantiu todos os direitos que bem conhecemos. Ou seja, um sindicato atuante e forte é o que distingue a categoria petroquímica com as mais variadas profissões.

É o SINDIPOLO que propõe, discute e assina o

Acordo Coletivo de todos os petroquímicos
Volta e meia aparecem notícias sobre projetos em tramitação no Congresso, ora defendendo a contribuição facultativa, ora defendendo a definição de valores através de assembléias. O ideal seria a aprovação de um projeto que garantisse a autonomia e o poder de decisão aos trabalhadores. De qualquer forma, seja qual for a fórmula/projeto a ser aprovado, dificilmente este trará todas as soluções, pois acima de tudo são os compromissos com princípios éticos que lhe darão eficácia.

 

A situação no pólo

Paralelamente a esta situação indefinida continuam se multiplicando sindicatos. Este é um dos efeitos maléficos da obrigatoriedade da contribuição sindical e no pólo não é diferente. O número de trabalhadores que vem contribuindo para outros sindicatos constituídos é expressivo. Estas entidades desconhecerem totalmente a realidade do pólo. Seus acordos assinados (alguém conhece algum?) quando existentes não chegam nem perto das já consagradas conquistas da categoria petroquímica.

 

Opção enganosa de contribuição sindical

No início de cada ano as opções de pagamento para outro sindicato são enviadas a alguns trabalhadores, muitas vezes com a falsa afirmação de que se não paga, implicará em não poder exercer a profissão.  A opção enganosa surge como vantagem econômica imediata para o contribuinte. Esta aparente vantagem, além de descapitalizar o SINDIPOLO, que é quem efetivamente briga pelos direitos dos petroquímicos, alimenta o sindicalismo oportunista que tanto combatemos. As empresas obviamente incentivam este tipo de contribuição fazendo campanhas de aviso, aparentemente inofensivas, lembrando e relembrando datas limites. Assim, quem recebe as contribuições são sindicatos descompromissados com os trabalhadores do pólo, longe da sua realidade e com acordos – quando existentes – que não lhe fazem o menor efeito. Melhor ainda para as empresas que desta forma atingem economicamente quem precisa ter recursos para poder lhes fazer frente.

 

Coerência na hora de decidir a quem contribuir

Enquanto não se define a alteração na contribuição sindical e em função até das limitações legais sobre outra forma de contribuição em sua substituição, precisamos ficar atentos. Cada trabalhador deve considerar bem a quem contribuir. Se a um sindicato que não sabe sequer da existência do pólo petroquímico ou ao SINDI-POLO. Para contribuir para o SINDIPOLO, basta ignorar as opções enviadas por estes sindicatos e “agradecer” aos avisos de alerta enviados pelas empresas. A contribuição ao SINDIPOLO pode ser maior por artimanha de alguns sindicatos, mas a que se pesar se vale a pena contribuir menos (o que a rigor não poderia ser possível, já que a lei fala em um dia de trabalho) para quem nem sabe pra que lado fica o pólo ou contribuir para quem está sempre ao lado dos petroquímicos.

 

Sindicalizar é preciso

Obviamente tornar-se sócio é o ideal para manter o SINDIPOLO representa-tivo e autossustentável.

A discussão sobre a sindicalização é muito mais importante inclusive que a discussão em torno da contribuição sindical, esta a rigor não deveria existir, mas como é possível notar nos balancetes mensais, as mensalidades não cobrem todos os gastos, sendo este déficit coberto pelas contribuições sindicais.

A mensalidade do sindicalizado  (1% do salário básico) é facilmente compensada pelos convênios oferecidos principalmente nas instituições de ensino.  Este é um ideal a ser perseguido: Autossuficiência e autonomia pela SINDICALIZAÇÃO!