BRASKEM: 15 ANOS DE UMA GESTÃO PRECARIZANTE

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Em 2012, no dia 16 de agosto, os trabalhadores pe­troquímicos lembravam os 10 anos da Braskem como empresa majoritária no Polo e controlando praticamente 100% do setor petroquimico nacional, e denunciavam que nada havia para comemorar.

Passados cinco anos, pouca coisa mudou e os avanços conquistados foram muito mais pela resistência e luta dos trabalhadores, do que por uma mudança na gestão da empresa que con­tinua, ainda hoje, se pautan­do por números e redução de custos.

A constatação dos traba­lhadores é que ao longo des­tes 15 anos, e mesmo depois das sucessivas denúncias e cobranças que tem sido feita pelos trabalhadores, inclusi­ve em nível nacional, pouca coisa mudou e alguns pro­blemas graves continuam se repetindo. Entre eles estão a estagnação dos valores pagos como PLR, aumento significa­tivo dos casos/situações de não pagamento de horas ex­tras, sobrecarga de trabalho, problemas de segurança.

O que se viu ao longo destes 15 anos foram muitas demissões, extinção dos pla­nos de previdência, aprofun­damento da terceirização e precarização, extensão de jor­nada sem pagamento de hora extra, entre outras questões.

Em manifestação realiza­da em agosto de 2002, logo que a Braskem foi criada, já alertávamos do que poderia ser a Braskem, especialmen­te em relação as gestões da antiga Copesul, Ipiranga e Pe­troquímica Triunfo.




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