BOREALIS: PLR E OUTRAS OPORTUNIDADES

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A parte da comissão composta pelos trabalhadores escolhidos para esta negociação assinou o acordo proposto pela empresa no último dia 10 de Abril.

Novamente o sindicato não assinou o acordo, pois entendemos que medir aci-dentes e fazê-los impactar no montante a ser pago é injusto. Além disso, é um medidor de consequências e não de atitudes ou elementos preventivos de acidentes.

O não pagamento de PLR para afastados do trabalho e outros pontos do acordo poderiam ser citados para justificar a não assinatura, mas fundamentalmente é o impacto dos acidentes o motivo impeditivo da assinatura e tem sido assim em todas as empresas que insistem nesta prática. Sugerimos a substituição desta meta por outra que meça a questão da segurança pelo foco da prevenção o que não foi aceito pela empresa.

Nova oportunidade perdida

Vale uma reflexão aos trabalhadores de todo o pólo petroquímico sobre esta questão. Às vezes por mais que os argumentos apontem logicamente a um caminho diferente, as empresas persistem na sua posição, pelos mais diversos motivos. Então, tanto no caso da questão do impacto dos acidentes quanto na questão do Auxílio Educação, para citar outro exemplo, as empresas são livres para acordá-lo de forma satisfatória. Não o fazem não pela nossa falta de reivindicar, mas simplesmente pela sua falta de vontade de conceder, mantendo-se na incoerência.




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