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BOMBA RELÓGIO ARMADA PELA BRASKEM

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Os petroquímicos da Bahia estão denunciando o que denominaram de “bomba relógio”, armada pela Braskem. Segundo eles, com uma atitude de grande “sabedoria e experiência operacional” o VP insiste em acabar com a presença do operador de turno, na UNIB, em áreas como PTE e Área Final II. A decisão contraria, inclusive, a orientação dos operadores, TO´s, ROI´s. Se isso acontecer, de uma tacada só, serão eliminados dez postos de trabalho.

Mas, não é apenas isso. Eles também estão preocupados  com a ocorrência de acidentes. Na PTE, por exemplo, em duas ocasiões a GAM 1048 (bomba que opera alimentando a Acrinor e Elekeiroz com propeno químico), pegou fogo que foi debelado rapidamente pelos operadores. O ropeno é altamente inflamável, com uma vazão de 22 t/h e com uma pressão na descarga de 35 kgf/cm2. A GAM 1025 (bomba que envia MTBE para o Tequimar) também foi atingida. Mas a ação dos operadores foi rápida e evitou um acidente maior. Operadores e brigadistas são profissionais preparados para lidar com todo tipo de acidente, a qualquer momento e de forma rápida e ágil. Não dá para permitir que a decisão equivocada do “iluminado” VP coloque em risco a vida dos trabalhadores.

No dia 8 último, um poste de aproximadamente sete metros, caiu em cima de um equipamento e tubulações, em local de passagem frequente de pessoas, na UNIB. Mais outro descaso da Braskem.




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