AINDA O ACIDENTE NA BRASKEM

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A empresa, em reunião no dia 9, rebateu as formas de abordagens feitas pelo Sindipolo referentes ao Acidente Químico Ampliado que aconteceu em sua área.

Até parece que estivemos até agora nos precipitando, aumentando, inventando, quando, na verdade, estivemos ao longo do tempo e mais recentemente, denunciando sistematicamente o que vem acontecendo no meio ambiente de trabalho da Braskem.

O acidente do tanque com nafta, apesar de não ter incendiado, não pode ser apagado no passado. Se não houver o reconhecimento de todas as não conformidades que aconteceram na gestão global da empresa, continuaremos correndo riscos muito maiores do que os inerentes a uma planta  petroquímica.

Este Acidente Químico Ampliado precisa ter a totalidade de causas apuradas. Esperamos que o bom senso prepondere e as diversas falhas que levaram a esta gravíssima ocorrência se corrijam em suas raízes.

A Braskem tentou, de todas as formas, minimizar a ocorrência. Isto é preocupante. Se ela tenta minimizar uma ocorrência de tal gravidade, significa que ela também minimiza a prevenção de novos acidentes.

Mudar é preciso. Reconhecer os diversos erros e recompô-los para patamares aceitáveis é a obrigação.

Pela gravidade e por que vínhamos há muito tempo denunciando os riscos de acidentes, o Sindipolo já solicitou, junto à Assembleia Legislativa, uma audiência pública para tratar deste lamentável acidente.

 

Reunião com a SRTE

No dia 14, por solicitação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, haverá nova reunião do órgão com a Braskem, além do Sin-dipolo, para dar continuidade as tratativas em relação ao ocorrido.

O Sindipolo também comunicou o acidente ao Ministério Público do Trabalho.




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