ACORDO DE TURNO

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Na terça, 10, tivemos reunião para tratar do Acordo de Turno. Nesta as empresas reiteraram a sua proposta já rejeitada pelos turneiros, que foi apresentada no processo iniciado no ano passado.

Naquela proposta mudaram três itens em relação ao atual acordo de turno. O primeiro é que “quando ocorrer de um integrante do grupo de trabalhadores cumprir, efetivamente” mais de oito feriados, os feriados adicinais serão como horas extraordinárias. No atual Acordo consta o “um grupo de turno”.

Outro item que mudou é que haja “monitoramente e realização de estágios em regime de turno, por trabalhadores que possuam experiência…”.

O terceiro item refere-se ao “gerenciamento do transporte dos turneiros, no sentido de racionalizar roteiros e segurança em busca e redução do tempo de percurso”.

Reiteramos que estas três questões passaram pelas assembleias e foram rejeitadas.

A posição das empresas será analisada pela direção do Sindicato, para uma definição do que fazer. Se damos retorno direto às empresas, ou se levamos a proposta para assembleia com os turneiros.

As empresas não admitem avançar na proposta de acordo Ignoram questões fundamentais , em especial, o pagamento como HE do tempo para troca de turno. Este tempo já está sendo admitido como necessário e pago como HE por outras empresas.

A Súmula 429 do TST, de maio de 2011, diz que: “considera-se à disposição do empregador, na forma do artigo 4º da CLT, o tempo necessário ao deslocamento do trabalhador entre a Portaria da empresa e o local de trabalho, desde que supere o limite de 10 (dez) minutos diários”.

Não adianta as empresas colocarem relógio ponto na sala de controle, pois o tempo a ser considerado como HE é a partir da entrada e saída na Portaria da empresa.




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