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ACORDO DE PARADA/PRÊMIO TEM QUE GARANTIR QUESTÕES ECONÔMICAS

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Na manhã da segunda, dia 13, foi realizada manifestação de cerca de três horas, para pressionar a Braskem a avançar na sua proposta de Acordo de Parada/Prêmio. A atividade deixou clara a indignação dos trabalhadores com a postura da empresa em relação ao Acordo.

O que motivou a manifestação foi a reunião do dia 9, onde a empresa afirmou que não irá atender nehuma das cláusulas econômicas do Acordo propostas pelo SINDIPOLO, que buscam principalmente, questões como a jornada de trabalho, horas extras e prêmio de Parada no PA/PLR.

Na JORNADA DE TRABALHO para o pessoal do ADM, buscamos jornada de trabalho de 8h diária, com uma de intervalo para repouso e com máximo de duas horas extras por dia. Já para os trabalhadores que estão na Parada e atuam em jornada ininterrupta de trabalho, o não desconto do intervalo do horário de refeição no cálculo da jornada.

Em relação as HORAS EXTRAS, nossa reivindicação, inclusive como tem constado nas pautas de reivindicações do Acordo Geral é que as HE sejam remuneradas no valor de 120% do valor da hora normal e nos casos de trabalho aos domingos e feriados de 150%.

Quanto ao PRÊMIO DE PARADA NO PA/PLR, para cada trabalhador da Braskem, envolvido nas Paradas de Manutenção, será incorporado ao seu PA-2014 uma “Meta de Parada”, a qual terá um peso de 25% (vinte e cinco por cento) acima do valor já pactuado para o ano de 2014, ou seja, o valor da PLR 2014 que será pago nos primeiros meses de 2015, será de um valor coerente com a sistemática dos anos anteriores, acrescida dos 25% (vinte e cinco por cento), em decorrência da meta de Parada. Reiteramos que os terceirizados conquistaram, através de uma greve de dois dias, um Acordo/Prêmio de Parada de 230 horas, mais o abono dos dois dias de greve.

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