A volta de velhos problemas na INNOVA

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O coração pulsante de uma fábrica é a área de produção. O somatório de todos os outros órgãos como elos formam uma corrente, fazendo com que tenhamos, no fim da linha de produção, o produto que agregou todos os valores esperados e vai então gerar o lucro desejado.

Este é o esperado. Que valores agregados (todos) às linhas de produção façam sua parte de forma profissional. Que possa haver uma interação entre os componentes para que a gestão objetivada se transforme em algo produtivo e não desmotive, não intimide, entre outros fatores negativos.

Pois na INNOVA, por conta própria de alguém que sente-se fortalecido, estão acontecendo problemas significativos que devem ser barrados imediatamente. Trata-se do uso de uma forma de chicote psicológico que está atingindo os trabalhadores na produção.

No início das operações da empresa, já havíamos detectado  problemas, nos reunimos com a mesma, mostramos o que estava acontecendo e houve compreensão e uma mudança de rumos. Agora é preciso corrigir novamente o que está acontecendo. A pressão interna é muito grande. Falta de operadores, horas extras excessivas e alguem que está fazendo muito mais do que deve. É preciso não só pensar em produzir mais, cobrar mais, pois os trabalhadores já estão suficientemente comprometidos e fazem o possível de cada um. É preciso olhar as pessoas de frente e tratá-las com o devido respeito e merecimento. Impor uma linha de terror pode levar a consequências lamentáveis. Demitir trabalhadores e, ainda, em tempos de falta deles e de horas extras excessivas, parece ser um propósito de cunho punitivo para quem sai, e muito maior ainda para os que ficam, pois passam esses a se ver pressionados, porque quem chefia parece não ter limites.

É preciso uma forte atuação da direção da INNOVA para, novamente, corrigir os rumos e transformar o ambiente de trabalho. É tempo de corrigir.




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