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24 de julho, às 15h – Largo Glênio Peres

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As centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estão convocando os trabalhadores para um novo ato no sábado, dia 24 de julho (24J). Mais uma vez os trabalhadores vão às ruas contra o desemprego e a fome; pelo auxílio de R$ 600; por vacina já para todos; contra a reforma Administrativa e as privatizações e pelo Fora Bolsonaro. No RS, as atividades acontecerão em Porto Alegre e em diversas cidades no interior do Estado. Mas serão realizados atos em todo o país e a expectativa dos organizados é que eles sejam ainda maiores que os realizados anteriormente, em 29 de maio (29M), 19 de junho (19J) e 3 de julho (3J).

CPI TEM SIDO UM IMPULSO
As entidades estão agregando à agenda neste ato, a pressão para que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) paute um dos 120 pedidos de impeachment de Bolsonaro. A cada dia a CPI da Covid-19 reforça os desmandos e suspeitas do envolvimento do governo na questão das vacinas, TRABALHADORES VÃO ÀS RUAS MAIS UMA VEZ DIA 24 DE JULHO e demonstra que se a crise sanitária tivesse sido bem gerenciada, quatro em cada cinco mortes poderiam ter sido evitadas. Não por acaso, pessoas que perderam alguém da família ou de suas relações têm engrossado as fileiras nos protestos.

RAZÕES PARA IR ÀS RUAS NÃO FALTAM
Além das mortes, que passam das 540 mil vítimas, há diversas outras razões para que o povo tome às ruas dia 24 de julho. O desemprego só aumenta e já chega a 15 milhões de pessoas; a fome e a miséria cresce de forma assustadora; a inflação beira os dois dígito e alguns produtos da cesta básica chegaram a ter mais de 25% de aumento; a política entreguista do governo Bolsonaro continua penalizando a população com aumentos na energia elétrica, no gás de cozinha, nos combustíveis e o recente reajuste água, entre outros produtos/serviços; a destruição e venda de empresas estratégicas para o desenvolvimento e soberania do País, com as privatizações; o desmonte total dos serviços públicos com a reforma administrativa são apenas alguns dos motivos. E o fim desta política genocida e destrutiva que impera hoje no país passa pelo Fora Bolsonaro.

NÃO É HORA DE BAIXAR A GUARDA
Como ainda estamos numa pandemia, que continua matando, os organizadores reiteram a importância dos manifestantes usarem máscaras, levarem álcool em gel e manterem o distanciamento durante o ato. Mesmo quem já está vacinado deve manter estes cuidados. Quem for no grupo de risco, deve ficar em casa e se manifestar pelas redes sociais.

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