PIQUETE TRANCAÇO INICIA DIA 13 DE SETEMBRO

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No dia 13 de setembro, quinta-feira, iniciam as atividades no PIQUETE TRANCAÇO, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.  O piquete estará no mesmo pavilhão das edições anteriores. A entrada no Parque é gratuita pelo Portão 7, na avenida Celina Chaves Kroeff (via de acesso lateral ao Parque).

No local os visitantes terão à disposição água, erva mate para o chimarrão, além de estrutura para fazer churrasco e comida campeira, sal, lenha e carvão que também é por conta da casa. Para utilizar a estrutura é preciso agendar antes com o Patrão Gilberto (Baby) pelo fone 9985.4517. Agende-se, leve a carne e se necessitar, a bebida pode ser comprada no local.

O PIQUETE TRANCAÇO é uma oportunidade de conhecer e vivenciar as tradições gaúchas e confraternizar com colegas, amigos e familiares. O espaço também está disponível para visitas de escolas e outras agremiações.

O SINDIPOLO convida a categoria, seus familiares e amigos a visitarem e prestigiarem o PIQUETE, que ficará aberto até o dia 20 de setembro, quando encerra a SEMANA FARROUPILHA.

Além de visitarem o Piquete, os trabalhadores e visitantes podem aproveitar também as demais atividades do Acampamento, como shows musicais, apresentações, feira de artesanatos, de roupas e utensílio gaúchos, praça de alimentação e espaço para as crianças, entre outras atividades.

TEMA DO PIQUETE ESTE ANO É

A MULHER NA REVOLUÇÃO FARROUPILHA

Este ano, o tema do PIQUETE TRANCAÇO será o papel da mulher na Revolução Farroupilha (1835-1845). O tema é abordado no EM DIA ESPECIAL, que estará disponível no local e, também ilustrado num banner. O objetivo é mostrar aos visitantes um pouco do papel da mulher neste importante momento dos gaúchos que, a exceção de Anita Garibaldi, pouco tem sido abordado e destacadas na história.

Mas elas foram fundamentais para o desenrolar da Revolução. Eram elas que confeccionavam os uniformes para milhares de soldados, comandavam fazendas, tratavam rebanhos, acompanhavam os soldados na retaguarda e cuidavam dos feridos. Também atuavam como barqueiras, comandando embarcações com produtos agrícolas para Porto Alegre. Destacaram-se ainda na criação de recém-nascidos e crianças abandonadas na roda dos expostos, da Santa Casa de Misericórdia, entre outros papéis.

 




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