NEGOCIAÇÃO DE PLR NA ARLANXEO

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No dia 14 de maio foram realizadas as primeiras reuniões com a empresa, que ocorreram em todas as regiões e unidades do país. As informações que te­mos são da reunião ocorrida em Triunfo, na unidade TSR que provavelmente se repetirá nas demais.

A empresa propõe um aumento na meta de EBITDA em 2018 para 368 mi­lhões de euros, aumento de 10,8%. Pela proposta passaria a pagar a partir do atingimento de 90% deste valor 50% do target de 2,2 salários, ou seja, 1,1 salá­rios. Ultrapassada a meta pagaria até o li­mite de 3,85 salários (175% do target) no caso de atingir 130% da meta. O target para 100% ficaria mantido, pela propos­ta, em 2,2 salários.

ALTERAÇÕES – A “novidade” é o condi­cionamento do pagamento à realização de 90% do fluxo de caixa. Sem este, mesmo que seja atingida a meta, não haveria pa­gamento de PLR. Outra alteração é quanto a divulgação de resultados que trimestral­mente terão apenas uma indicação de ten­dência, e não o resultado. O resultado seria divulgado apenas no final do exercício fis­cal, após auditoria externa.

Nesta primeira reunião já marca­mos posição sobre algumas questões que preliminarmente são discutidas e dizem respeito à forma e condições de negociação. Entendemos que o ideal é uma negociação nacional, já que a pro­posta também é nacional e se refere a um resultado alcançado pelo conjunto das unidades produtivas da ARLANXEO. Defendemos também a estabilidade aos membros da comissão dos trabalhado­res para dar o necessário equilíbrio as partes na negociação.




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