ASSEMBLEIAS PARA APRECIAR PROPOSTA DA ARLANXEO, TAMBÉM A DA BRASKEM, INNOVA E OXITENO

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Serão realizadas nos dias 20, 21 e 22 de março, conforme agendas no rodapé da página, para apreciar as propos­tas de 5% de reajuste nos auxílios e 1,73% nos salários e no piso salarial dos trabalhadores da Arlanxeo e, também, 1,63% de reajuste dos salários e no piso, e 3,63% para os auxílios da Innova, Oxiteno e Braskem, detalhadas abaixo

Depois de cerca de seis meses desde as últimas as­sembleias, as empresas, DB Setembro e DB Outubro, apre­sentaram uma nova proposta.

A Arlanxeo apresentou proposta de reajuste dos au­xílios em 5% e 1,73% para os salários e o piso salarial. Já a Braskem, Innova e Oxiteno apresentaram 3,63% de rea­juste para os auxílios e 1,63% para os salários e o piso sala­rial. Nos dois casos, os reajus­tes são sem escalonamento.

A proposta das empresas se aproximou do que foi apro­vado pela categoria, nas as­sembleias realizadas entre os dias 5 e 7 de dezembro/2017, que foi um reajuste para os salários e auxílios pelo INPC+ 2% (1,73% DB Setembro e 1,63% DB Outubro).

As propostas apresenta­das de 3,63% e 5%, para os auxílios das duas datas ba­ses, conforme pode ser ob­servado nos quadros ao lado, “aproximaram” os valores dos auxílios das duas DBs.

Estamos realizando nos­sas assembleias no momento em que praticamente todas as negociações do segundo semestre de 2017, em espe­cial das datas base setembro, outubro e novembro, foram encerradas. Nestas, via de re­gra, os reajustes de salários e benefícios foram somente pelo INPC de cada data-base e manutenção do que já existia nos acordos.

Consideramos como ra­zoável a proposta apresenta­da pelas empresas, principal­mente se compararmos com os resultados das negocia­ções do segundo semestre, conforme citamos acima.

O que estaremos apre­ciando agora mantém o rea­juste pelo INPC nos salários, mas avança nos valores dos auxílios.

As evoluções das propos­tas são resultado da pressão dos trabalhadores, que re­jeitaram as anteriores apre­sentadas pelas empresas, e também pelo apelo que vem sendo feito, tanto pelo sindicato quanto por boa parte da categoria, para que de um lado tivesse evolução nas propostas e que o acordo não ficasse em aberto. Isto, como temos reiterado, não interessa aos trabalhadores e muito menos deve interes­sar às empresas.

 




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