SINDIPOLO PARTICIPA DE ATIVIDADES PELO FORA TEMER, DIRETAS JÁ E NENHUM DIREITO A MENOS

PUBLICADO:

Na quarta, dia 2, a partir das 9 horas, a Câmara dos Deputados retoma o processo que autoriza abertura de investigação contra o presidente ilegítimo de Michel Temer. A decisão é se a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer pelo crime de corrupção passiva deve prosseguir ou não na Justiça.

Frente a isto, diversos sindicatos, centrais sindicais e movimentos sociais estão se mobilizando para pressionar o Congresso e exigir que Temer seja afastado. Mas apenas isso não adianta. Se houver eleição indireta, a maioria do Congresso que está aprovando as reformas contra os trabalhadores, escolherão alguém que continue o trabalho sujo iniciado por Temer. Por isso, é preciso exigir o afastamento do Temer e eleições DIRETAS JÁ!

A ACUSAÇÃO

No inquérito, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusa Temer de ter se aproveitado da condição de chefe do Poder Executivo e recebido, por intermédio do seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, “vantagem indevida” de R$ 500 mil. O valor foi pago pelo empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, investigado pela Operação Lava Jato.

AGENDA DE LUTAS DOS TRABALHADORES

Construção de nova greve geral e luta para revogação da reforma trabalhista de Temer estão na agenda

A CUT está chamando os sindicatos a intensificar a luta contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, e vê a necessidade de outra greve geral nos próximos me­ses. A Central também propõe uma campanha de revogação da nova lei trabalhista, intensificando a campanha contra o fim da aposentadoria.

Segundo a CUT, a principal tarefa sindical do momento é combater a Reforma Trabalhista para evitar precarização e o desmonte de direitos da classe trabalhadora que vêm sendo negociados com os empresários em troca de sustentação de um go­verno que não se sustenta mais nem moral, nem politicamente.

A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) entra em vigor dia 11 de novembro e representa a maior e mais profunda desmonte do Direito do Trabalho brasileiro, com o objetivo de privilegiar a classe patronal.

É importante salientar que dos 50 senadores que votaram a favor da reforma, 37 são empresários. Ou seja, são patrões, diretamente interessados em aumentar seus lucros explorando os trabalhadores, especialmente com a negociação individual en­tre trabalhador e empregador, sem a intermediação do sindicato, de questões como demissão voluntária, parcelamento de férias e mudança da jornada de trabalho.

Para a CUT, não haverá negociação. O patrão ou seu preposto do RH simplesmen­te vai pressionar o trabalhador a aceitar as mudanças de regras. Se ele não aceitar, estará na rua e ponto final.

A CUT NÃO NEGOCIA COM GOLPISTA

Frente as várias notícias nos veículos de comunicação que apontam que “Cen­trais” querem “Medida Provisória unitária” para contrapor a lei trabalhista, a CUT reafirma que NÃO ESTÁ NEGOCIANDO NEM NUNCA NEGOCIOU RETIRADA DE DIREITOS DOS TRABALHADORES. As divulgações não passam de estratégia da mí­dia golpista para tentar “legitimar” a reforma, dando a entender que os trabalhado­res tem acordo com ela e que tentam melhorar o texto, negociando com o governo.

 




DESENVOLVIMENTO BY
KOD