PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS DA INNOVA

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O resultado parcial de junho da PLR de 2017, com apenas uma remuneração sendo que a meta de fatia­mento do EBITDA que varia de 0,5 a 2,0 remunerações alcançou somente 0,5 remu­neração e deixou os trabalha­dores muito decepcionados.

Isto não é novidade para a comissão dos trabalhadores eleitos e o representante do SINDIPOLO, já que a Innova nunca teve a intenção de ne­gociar. Apresentou uma meta de EBITDA com aumento em torno de 25% em relação ao valor de 2016 e, também, au­mentou os percentuais de fatiamento da meta EBITDA, num ano que a mídia e os eco­nomista projetavam uma forte recessão na economia, devido ao cenário político e econômi­co do País. Na Innova este ce­nário já era percebido devido ao aumento nos estoques não devidamente explicável pela empresa na reunião de PLR.

Mesmo assim, a Innova afirmou de forma categóri­ca que as metas, inclusive a de EBITDA eram inegoci­áveis e rejeitou uma contra proposta apresentada pela comissão, que mantinha os valores do fatiamento em percentuais do EBITDA do acordo da PLR 2016.

Veja ao lado o resultado parcial de junho somente da meta EBITDA informado in­ternamente pela empresa e um exemplo deste resultado a proposta simples apresen­tada pela comissão de tra­balhadores e não aceita pela Innova para PLR 2017.

É hora desta gestão dar fim às precarizações acen­tuadas após a venda da In­nova como precarização da PLR, o fim do plano cargos e salários, o fim do aumen­to por mérito, o aumento do plano saúde a mudança do plano dentário. Princi­palmente as demissões que estão afetando diretamen­te o efetivo, gerando uma carga excessiva de trabalho e acarretando um forte au­mento no nível de estresse aos trabalhadores, em uma empresa de alto grau de risco.




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